Panteão Nacional

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Saindo do Oceanário, passamos em frente ao museu de ciências da cidade:


Lá tem um modelo de fulereno:


Voltamos andando até o shopping Vasco da Gama onde paramos para decidir o que faríamos com nosso resto de dia (já era mais de duas da tarde). Decidimos ir até o fim da linha azul para procurar informações sobre como chegar em Coimbra. A Rose havia procurado na internet, mas as informações que encontrou não faziam muito sentido.

Quando fui entrar no metrô deu problema com o meu passe, a máquina não o reconhecia. Achei que estava descarregado e fui comprar outra passagem na máquina. Enquanto esperava a minha vez percebi que eu estava segurando o cartão de entrada do Oceanário e não o cartão do metrô. Que coisa tonta!

Pegamos o metrô e quando chegou em Saldanha a Rose foi saindo e eu a acompanhei sem pensar. Depois que o trem partiu foi que eu percebi que não era ali que tínhamos que descer. Esperamos cinco minutos pelo próximo trem para ir até São Sebastião, de onde pegamos a linha azul até Santa Apolónia.

Lá nessa estação encontramos as informações sobre como ir a Coimbra de trem. Não eram muito boas, resolvemos tentar ir de ônibus.

O Panteão Nacional era ali perto daquela estação, resolvemos ir lá visitá-lo. Olhei no mapa o caminho e fomos morro acima. Outra subida íngreme.





Chegando lá, dupla decepção: primeiro que o "panteão" era só uma igreja católica (eu estava esperando algo mais universal); e segundo que estava fechada ao público, mesmo se o horário dizia que deveria estar aberta.


Só tiramos as fotos da frente e voltamos para trás.



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